#Bolsolão x #MarketeirosDoJair: internautas repercutem compra de mensagens contra o PT

Mateus Luiz de Souza

A Folha revelou nesta quinta (18) que empresários, dentre eles o dono da Havan, bancam campanha milionária contra o PT pelo WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, usou sua conta no Twitter para mais um ataque ao PT após a denúncia.

O candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, afirmou que o segundo turno presidencial deve se dar entre ele e Ciro Gomes (PDT), já que, na sua avaliação, Bolsonaro tentou fraudar a eleição.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, informou que ingressará com uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) questionando o resultado do primeiro turno da eleição presidencial pelo que chamou de suspeita de “fraude eleitoral”.

E o assunto, claro, foi parar nos Trending Topics (mais comentados) do Twitter. Dos dez principais trends desta tarde, cinco fazem menção à história: #Caixa2doBolsonaro, #MarqueteirosDoJair, #Bolsolão, #LavaZap, Ciro x Haddad. Selecionamos algumas postagens de apoiadores e críticos a Bolsonaro que repercutiram o caso nas redes sociais.

Resgataram a grávida de Taubaté!

Prateleiras vazias

Anotação para não esquecer

Operação Lava Zap

Tem também a corrente do Lava Zap:
🚨 PIUUUUUUUU 🚨 ✋🏻👮🏾 parado aí ✋🏻 você está sendo investigado 👀 pelo Tribunal Superior Eleitoral 👩🏻‍⚖ na operação Lava Zap 🚓 passa pra cá 👋🏼 seu zap 😂 para que possamos averiguar se você está disseminando fake news 🗞 😘😘

As Barbies, que viraram sátiras nesta eleição, também comentaram a notícia

Lateral direito (trata-se, obviamente, de uma montagem)

Há quem nutra esperança pela volta do Ciro

A hashtag #MarketeirosdoJair foi feita por apoiadores do capitão reformado.

Declaração de trabalho voluntário

50 milhões de marqueteiros

Eles também recordaram o escândalo que ficou conhecido como Mensalinho do Twitter, quando empresas ligadas ao deputado federal Miguel Corrêa (PT-MG) foram acusadas por influenciadores digitais de contratar propaganda irregular pró-PT na plataforma.

Bolsonaro na cabeça

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